“As coisas mudariam. Lógico que ela não era vidente, mas tinha que acreditar nisso para conseguir continuar. Ela já enfrentara tanta coisa, porque desistiria logo no final, não é? Mesmo que por dentro ela tivesse sufocando, ela resistiria. Não era justo terminar ali. Mas será que ela era forte o suficiente? Ela queria desesperadamente responder que sim, mas, embora já estivesse passado por poucas e boas, ainda não sabia responder a esta pergunta. E em meio a dor rasgante que emerge do fundo de sua alma ela pensava: Que outra escolha se tinha?”
